quinta-feira, 28 de junho de 2012

O HOMEM NÃO DESCENDE DO MACACO

Pesquisadores russos do Instituto de Ecologia e Evolução da Academia de Ciências de Rússia expuseram versões que põem em dúvida a teoria de Charles Darwin sobre a origem e evolução do homem. Cientistas russos assinalam que a formação dos Homo Sapiens não se desenvolveu da forma como a descreveu Charles Darwin: provendo o homem do macaco. Segundo o relatório científico, apresentado pelo pesquisador russo Alexander Belov, o processo da evolução tinha uma ordem inversa, isto é, de humanos a macacos. Em resumo, estes animais podem representar o produto da involução humana. [Cabe aqui dizer que a ciência dita oficial não reconhece ainda hoje a “involução” das espécies] No seu relatório Belov expõe outra teoria, segundo a qual os macacos e os Homo Sapiens são ramos biológicas independentes não vinculados entre si. Esta conclusão deve-se a um detalhado estudo de múltiplas amostras fósseis de mandíbulas, dentes, cráneos e outros ossos, levado a cabo durante muitos anos por um grupo de arqueólogos. Baseando-se num cuidadoso estudo dos conjuntos de dados antigos e novos banco de dados em massa, o mapa dos assentos humanos no território da superfície da Terra tem variado completamente, e mostra que as populações humanas provenientes de África, geneticamente, não podem ser os antepassados dos restantes habitantes do planeta [contrariando assim mais uma das teorias darwinianas] É esta a conclusão a que chegou também outro cientista russo, Andréi Tyunyáev, que realizou um estudo em colaboração com o professor Anatoli Klesov, da prestigiada Universidade de Harvard. Segundo a versão dos pesquisadores, referenciam populações que representam simplesmente um ramo lateral que há 130.000 anos abandonou o território da actual Planície Russa e de Europa Ocidental. Tyunyáev, por sua vez, também chega à conclusão que ao longo dos anos no marco da evolução humana, o Homo Sapiens nada mais fez que degradar-se. Sejam quais sejam as origens do Homo Sapiens, os pesquisadores estão de acordo: ainda não se encontraram os antepassados biológicos dos seres humanos e dos macacos no planeta que confirmem a teoria da evolução de Charles Darwin. 

 [Para os Gnósticos, este artigo não constitui qualquer novidade. O VM Samael Aun Weor no seu “Tratado de Antropologia” e em muitas das suas obras refere de forma muito clara e sustentada aquilo que só agora muitos “descobrem”. O Mestre que foi combatido no seu tempo, nunca deixou de reafirmar de forma enfática as suas teorias antropológicas. Que estava certo já nós o sabíamos...] 


Original AQUI 

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quinta-feira, 21 de junho de 2012

O AMOR

"O verdadeiro amor começa sempre por um assomo de simpatia, substancia−se com a força do carinho e sintetiza-se em suprema adoração infinita". 

"O beijo vem a ser a consagração mística de duas almas, ávidas em expressar o que internamente vivem; o ato sexual vem a ser a consubstancialização do amor, em realismo psicofisiológico da nossa natureza. Um matrimónio perfeito é a união de dois seres; um que ama mais e outro que ama melhor. O amor é a melhor religião exequível". 

 "Onde existe o cálculo aritmético, não há amor. Infelizmente, na vida moderna o amor cheira à conta de banco, mercadorias e celulóide. Naqueles lares onde só existem somas e subtrações, não existe amor. Quando o amor sai do coração, dificilmente regressa. O amor é um menino muito esquivo".

"O adultério é o resultado cruel da falta de amor. A mulher verdadeiramente enamorada preferiria a morte ao adultério. O homem que adultera não está enamorado". 

 "Se todos os seres humanos vivessem enamorados, até mesmo o veneno das víboras desapareceria” 

Frases do VM Samael Aun Weor


JFM - Lisboa - Portugal

quinta-feira, 14 de junho de 2012

OS SÁBIOS

Uma das características daqueles que não são efetivamente sábios, é que não mostram qualquer interesse em escutar… só querem falar. Só querem ser ouvidos, constituir o centro da atenção. É de sábios permitir que desde os centros mais elevados, flua…tanto a palavra, como o silêncio…que a mensagem perfeita seja o que desça a abençoar tanto ao quem ouve, como ao que o transmite e, em definitivo, que ambos se tornem instrumentos dessa vibração sublime que nem sempre se manifesta com palavras. É por isso que um dos mais resultantes aspectos de um verdadeiro sábio, é o que lhe permite escutar. Inclusive quando fala, o sábio não deixa de escutar. Ao falar, simplesmente presta atenção ao que flui dos seus lábios, pelo que todo o que ele diz não provem dele, mas de uma Fonte da qual é Uno com a Verdade. Nunca se acha sábio, mas sempre considera a sabedoria dos demais, no sentido da aceitação de que todos têm algo para ensinar … e assim presta atenção à mensagem que cada pessoa em circunstância têm para desvendar. É de sábios… aprender a estar atentos e recetivos, não só com os ouvidos materiais, senão com a atenção interna, mostrando uma plena disposição para "escutar" e não tanto querer ser escutados... Deixar de lado as demandas do ego, que sempre desejam absorver energia em excesso, e dar lugar, tempo e atenção ao ensino que a cada instante nos apresenta, de forma manifesta ou silenciosa. 


JFM - Lisboa - Portugal

quinta-feira, 7 de junho de 2012

OM MANI PADME HUM

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