domingo, 7 de novembro de 2010

UM POUCO DE HUMOR

Prepotência é sintoma de inferioridade (ou o reconhecimento inconsciente disso)
Um representante da Secretaria de Agricultura visita uma quinta e fala com o dono, um senhor de avançada idade. Diz ao dono que deseja inspeccionar seus recursos aquíferos. O idoso acede prontamente diz-lhe que faça mas, por favor, não passasse pelo terreno cercado.
O representante, demonstrando a sua autoridade arrogante feita de  falsa dignidade de um funcionalismo impróprio diz-lhe:
- Olha, velho: eu tenho a máxima autoridade do governo que aqui cabalmente represento, e esta CARTEIRA que você vê aqui, qualifica-me para ir onde ME DER NA GANA, entrar em qualquer propriedade ou parte dela que ME DER NA GANHA, seja esta ou outra qualquer, SEM PERGUNTAS, e sem DAR qualquer resposta ou justificação. ENTENDEU-ME ou eu não me soube explicar?
O velho simplesmente fez um encolher de ombros e continuou os seus afazeres.
Passado um momento, escutam-se uns gritos e no terreno vê-se o prepotente funcionário a correr para salvar a vida, seguido muito de perto por um enorme touro semental. O touro vai –lhe perigosamente ganhando terreno e o tipo, aterrado pede ajuda gritando a plenos pulmões.
O velho de imediato deixa tudo o que está fazendo e vai até a cerca, e grita-lhe:

- A CARTEIRA, HOMEM... A CARTEIRA. !!!! MOSTRA-LHE A CARTEIRA !!!

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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

FÁBULA DO TOLO – Para meditar...

Conta-se que um povoado remoto, um grupo de gente divertiam-se com um habitante a quem chamavam o maluquinho, o tolo do povo, um pobre infeliz de pouca inteligência, que vivia de fazer pequenos recados e algumas esmolas. Diariamente, alguns homens chamavam-no ao único bar da localidade onde se costumavam reunir e davam-lhe escolher entre duas moedas: uma de tamanho grande de 50 centavos e outra menor, mas de 1 peso. Ele tomava sempre a opção de escolher a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos e grande algazarra para todos.
Um dia, alguém que observava aquele grupo a divertir-se à custa do inocente homem, chamou-o à parte e perguntou-lhe se ainda não tinha percebido que a moeda de maior tamanho valia menos e este lhe respondeu: - Sei senhor, eu não sou assim tão tolo..., vale metade, mas no dia que escolher a outra, o divertimento deles acaba e eu não vou ganhar mais a minha moeda.
Esta história poderia terminar aqui, como uma simples piada. Tentemos no entanto tirar mais algumas conclusões: A primeira: Quem parece tolo, nem sempre o é!!. A segunda: Quem são os verdadeiros tolos da história? A terceira: Uma ambição desmedida pode acabar com a tua fonte de rendimento. A quarta é a conclusão mais interessante: Podemos estar bem, mesmo quando os outros não tenham uma boa opinião sobre nós. Portanto, o que importa não é o que pensam de nós os demais, mas o que cada um pensa de si mesmo.
MORAL DA HISTÓRIA: O verdadeiro homem inteligente é o que aparenta ser tolo diante de um tolo que aparenta ser inteligente...
 Conto de origem desconhecida traduzido e adaptado de espanhol 

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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

UMA VIDA EXEMPLAR

SOBRE A PEREGRINA DA PAZ

”Permanecerei errante até que o ser humano tenha aprendido o caminho da paz”.

Fazia-se chamar Peregrina da Paz, mas ninguém lhe conheceu o seu verdadeiro nome. Andou durante 28 anos ao redor dos Estados Unidos propagando a mais simples das mensagens: “Vence o mal com o bem, a falsidade com a verdade e o ódio com o amor.” Estas foram as suas palavras para inspirar a unidade entre nações, a paz entre os homens estimulados por aquilo que ela considerava o mais importante: A Paz Interior.
Atravessou 7 vezes os Estados Unidos, caminhando mais de 35.000 quilómetros, levando na sua túnica azul e todos os seus pertences: o seu correio, um lápis, uma escova de dentes e um pente.
Durante toda a sua peregrinação, desde 1953 até sua morte em 1981, caminhou sem um centavo, e sem apoio de nenhuma organização. A Peregrina da Paz influiu na vida e no coração de milhares de americanos. Alguns foram atraídos pela sua simples e jovial presença; muitos outros foram profundamente inspirados pela clareza da sua mensagem e pelo seu notável modo de vida.

Mais informações (texto em espanhol): AQUI

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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Swami Sivananda, ensina uma oração que serve para meditar na Divina Mãe. Esta oração é a seguinte: "Divina Mãe, eu sou teu, tu és o meu refúgio e amparo..Protege-me, guia-me e tem piedade de mim"
in O Livro Amarelo - VM Samael Aun Weor.

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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

ENSINAMENTO ÍNDIO

«Nós, os índios, conhecemos o SILÊNCIO. Não o tememos. De facto, para nós, ele é mais poderoso que as palavras.
Os nossos antepassados foram educados nas atitudes do silêncio, e transmitiram-nos esse conhecimento. Observa, escuta, e depois actua, diziam-nos. Essa é a forma de viver.
Observa os animais para ver como cuidam das suas crias. Observa os mais velhos para ver como se comportam. Observa ao homem branco para ver o que quer. Observa sempre primeiro, com coração e mente quietos, e então aprenderás. Quando tiveres observado o suficiente, então poderás actuar.
Convosco passa-se o contrário. Vocês aprendem falando. Premeiam as crianças que mais falam na escola. Nas vossas festas todos tratam de falar ao mesmo tempo. No trabalho estão sempre em reuniões nas quais todos se interrompem a todos, e todos falam cinco, dez ou cem vezes. E chamam a isso “resolver um problema “. Quando estão numa sala e há silêncio, ficam nervosos.
Têm que encher o espaço com sons. Portanto falam compulsivamente, inclusive antes de saber o que vão dizer.
O homem branco gosta de discutir. Nem sequer permite que o interlocutor termine uma frase. Interrompem sempre. Para os índios isso é muito desrespeitoso e muito estúpido. Se tu começas a falar, eu não vou interromper-te. Ouvirei. Talvez deixe de te escutar se não gosto do que estás a dizer. Mas não vou interromper-te. Quando terminares, tomarei minha decisão sobre o que disseste, mas não te direi se não estiver de acordo, a menos que seja importante. Em caso contrário, simplesmente ficarei calado e afasto-me. Disseste-me o que eu necessitava saber. Não há mais nada a dizer. Mas isso não é suficiente para a maioria da gente branca.
Nós deveríamos pensar nas nossas palavras como se fossem sementes. Deveríamos planta-las, e depois permitir-lhes crescer em silêncio. Os nossos antepassados ensinaram-nos que a Terra sempre nos fala, mas que devemos guardar silêncio para que possamos escutá-la. Existem muitas vozes além das nossas. Muitas vozes …”

(Extractos do livro. ” Neither Wolf  nor Dog.  On Forgotten Roads] with an Indian Elder” de  Kent Nerburn. New World Library, 1994)

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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

PAI NOSSO COMO JESUS O CRISTO ENSINOU



          PAI NOSSO EM ARAMAICO

ABUNA DI BISHEMAYA
Pai nosso que estás no céu
ITQADDASH SHEMAK,
Santificado seja o teu nome
TETE MALKUTAK
Venha a nós o teu reino,
TIT'ABED RE'UTAK
Faça-se a tua vontade,
KEDI BI SHEMAYA KAN BA AR'A
Na terra como no céu
LAJMANA HAB LANA SEKOM YOM BEYOMA
Dá-nos hoje o pão nosso da cada dia
U SHEBOK LANA JOBEINA
Perdoa as nossas ofensas
KEDI AF ANAJNA SHEBAKNA LEJEIBINA
Assim como nós perdoamos a quem nos ofende
WEAL TA'ALNA LENISION,
Não nos deixes cair em tentação
ELA PESHINA MIN BISHA.
E livra-nos do mal.
Ámen






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domingo, 3 de outubro de 2010

MEDITANDO - OM MANI PADME HUM

Procure um local calmo onde não possa ser incomodado.
Sente-se confortavelmente.
Feche os olhos e relaxe o corpo o mais que puder.
Oiça a musica que se segue: OM MANI PADME HUM
Procure manter a mente ausente…
O que vai ser difícil…Muito difícil mesmo. No entanto…
Concentre-se nos pensamentos que lhe vão aflorando à mente e observe-os.
Chegarão todo o tipo de pensamentos. Observe-os apenas. Não lute com eles. Deixe-os apenas entrar e, como ensinou Mestre Samael Aun Weor, mantenha-se vigilante a cada pensamento como “sentinela em tempo de guerra”: não os “perca de vista”.
Procure evitar os pensamentos do passado ou qualquer projecção do futuro.
Agora, que a mente está mais quieta concentrar-se na respiração: inspire e expire. Suavemente procure manter o foco no curtíssimo espaço de tempo entre cada inspiração/expiração e…
AGARRE O AGORA.
Paz Inverencial



                                                Musica de Aurio Corrá


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