quinta-feira, 25 de agosto de 2011

EXERCICIOS PRATICOS DE LAMASERIA

Exercícios de Lamaseria
Uma Ioga simples, que pode ser feita em 15 minutos, e trás todos os benefícios na Ioga Tibetana.
Primeiro Exercício


O estudante deve-se colocar de pé com os braços abertos em forma de cruz e começar logo a dar voltas e girar da esquerda para a direita como os ponteiros do relógio (ver figura) . Os chacras também girarão ao realizar o exercício com alguma intensidade e depois de um tempo de prática. Imaginemos que estamos parados no centro de um relógio e depois giramos no sentido das agulhas do relógio, até fazermos doze voltas. É claro que alguns começarão com poucas voltas até chegarem as doze. Far-se-á com os olhos abertos e ao acabar de girarmos, fecharemos os olhos para não cairmos devido a tontura, que é consequência das voltas que damos.
Segundo Exercício


Depois de girarmos, e aberto os olhos, quando a tontura já tiver passado, deitamos no chão em posição decúbito dorsal, com os pés juntos e as pernas esticadas com os braços abertos em forma de cruz. Agora identifique-se com essa Essência Divina que a em nós.
Obs.: Aqueles que não pedirem para se curar, podem pedir por qualquer outra necessidade. Pode ser para eliminar um problema ou defeito psicológico que possuirmos, etc

Terceiro Exercício

Agora, Inspire o ar, com os pulmões completamente cheios levante as pernas até ficarem em posição vertical (ver figura 3) e com as mãos ajude a sustentá-las, mas sem dobrar os joelhos. Procuraremos ficar o mais vertical possível mas, sem levantarmos as nádegas do chão. Isso é o que se chama no Oriente o Viparita Karany Mudra. Então o sangue flui todo para a cabeça, para assim fazer trabalhar determinadas áreas do cérebro, para fortalecer os sentidos, etc. Abaixe as pernas lentamente até voltar na posição inicial e somente ai expire o Ar dos pulmões.
Se pode fazer este exercício 21 vezes... ou até quando achar necessário.
Também se pode permaneceremos um tempo nessa posição... em estado de mística e inspiração...
É claro que vamos nos acostumando a estes exercícios com muita paciência, lentamente, até chegar o dia em que os façamos com facilidade.

Quarto Exercício

Agora nos coloquemos em posição de joelhos em direcção ao oriente. Inclina-se um pouco a cabeça para baixo, só um pouquinho. Em seguida façamos três Pranayanas assim: Coloquemos o dedo indicador da mão direita na narina esquerda e inalamos pela narina direita. Agora fechemos as duas narinas com os dedos, indicador e polegar. Retemos o ar por vários segundos (ou o tempo que se consiga), e em seguida abramos a narina esquerda e exalemos todo o ar. Logo após, inalamos pela narina esquerda tapando a direita com o dedo polegar.
Novamente, pressionando as duas narinas com os dedos indicador e polegar, repetindo o exercício por mais duas vezes, até completarmos três inalações e três exalações. Isso equivale a três Pranayanas. Só se usam os dois dedos citados.

Quinto Exercício


Agora, mais uma vez inspire enchendo os pulmões de ar, e incline-se para trás, até onde aguentar, e fique assim por algum tempo, volte a posição inicial e somente ai expire o ar. Este exercício por exigir muito esforço mesmo sendo curto, mas é bom para dar agilidade ao corpo e eliminar algumas toxinas. O interessante é fazê-lo o melhor que pudermos.

Se indica fazer pelo menos 11 vezes este exercício.

Sexto Exercício

Em cada exercício há necessidade de nos inspiramos para ter maior resultado...

Agora, nos sentamos no chão com as pernas esticadas para diante e as mãos colocadas para trás sobre o chão (ver figura). O tronco do corpo inclinado um pouco para atrás, apoiado nas mãos, a cabeça mirando para frente, calcanhares juntos, as pontas dos pés abertas em forma de leque. É importante que as mãos estejam no chão com os dedos para a frente.



Em seguida é só encolher um pouco as pernas, colocando as plantas dos pés no chão (ver figura) Levantando as nádegas como o rosto e o estômago até ficarem em linha horizontal (posição de mesa). O corpo estará apoiado nas mãos e nos pés, formando uma mesa.


Como nos exercícios passados, se inspira o ar antes de começa-lo e se expira quando se volta a posição inicial.


Indica-se fazer pelo menos 11 vezes este exercício, ou o quando achar necessário.

Pranayana

Antes de passarmos ao próximo exercício é interessante fazer vários pranayanas como fizemos no exercício n º 4.

Sétimo Exercício


Coloquemo-nos em posição de lagartixa, com as palmas das mãos postas sobre o chão, apoiados na ponta dos pés que estão esticadas para atrás. (como a figura) Sempre olhando para frente, conservando em linha recta a cabeça, a nuca, as costas, as nádegas, as pernas e os calcanhares. Inspiramos, e efectuamos o segundo movimento: baixamos a cabeça e a colocamos debaixo do peito o mais que pudermos, enquanto o quadril deve estar o mais próximo do solo, mas sem toca-lo.

Mantemos a posição das mãos, com a cabeça para baixo e avançando os pés para frente, ou as mãos para trás, até ficarmos na posição de arco humano (ver figura). Repetimos esse Exercício por varias vezes. Depois podemos permanecermos um tempo nesta posição (de arco), abaixamos um pouco os joelhos e os dobramos para baixar o corpo e finalmente nos levantamos. Nesta Posição de arco humano o sangue vai para a cabeça irrigando todas as áreas do cérebro. Repetimos os dois movimentos, para baixo e para cima. (ver figura), Esse exercícios também é conhecido com o nome de Saudação ao SOL.
Todos estes exercícios são ritos, modos de oração, não são apenas exercícios físicos. É um equilíbrio entre o físico e o espiritual. No Tibet os Lamas, quando trabalham com estes exercícios, botam no chão uma almofadinha ou pequeno carpete fazendo ali seus exercícios. Não há dificuldade se fizermos os exercícios sem almofada, o importante é fazê-los.

Oitavo Exercício

Deitados no chão, levantamos as pernas e as encostamos na parede, ficando as costas sobre o chão (sem almofada). As mãos e os braços sobre o chão paralelamente ao corpo(ver figura) ou com as mãos repousando sobre o ventre. Este é um exercício especial para realizarmos um grande trabalho de nosso organismo.

Obs.: este exercício também ajuda a despertar a mística e a intuição dentro de nós.

Esta posição se chama: (Viparita Karani Mudra), É um rito maravilhoso para conseguirmos o rejuvenescimento do Corpo Físico.
É um pouco difícil se manter por muito tempo nessa posição tanto que no Tibet se te um mito que quem lograr fazer este exercício por três horas vencerá a morte e reconquistará a juventude!
É interessante começar só como cinco minutos e depois ir aumentando gradativamente, com paciência, devagar, aumentando um minuto diário.
O Viparita Karani Mudra (ver fig.3) pode-se praticar toda vez que se faz a série dos 6 ritos. Ou pode-se praticar somente ele, à noite, por apenas uma vez, antes de deitarmos.
É interessante cobrir as pernas, com um lençol no verão e com um cobertor no inverno, durante toda essa prática...
Se diz que:“Depois de seis meses de fazer esta práticas, as pessoas com certa idade avançada deverão alegrar-se, porque entram num processo magnífico: os cabelos cinzas vão desaparecendo e também as rugas. Através do tempo irão desaparecendo e finalmente chegara o momento que não ficará nem ruga nem cabelos cinzas, pois o sangue enriquecido com hormônios irá fortificar o cérebro e enriquecerá todas essas zonas do couro cabeludo a fim que os cabelos cinzas desapareçam. Um sangue rico transforma o cabelo, e os tecidos gastos que formam as rugas, transformam-se com a criação de novas células. Estes exercícios não são para cidadão de tal ou qual país, não. São para todos os cidadãos gnósticos do mundo.”
V.M. S.A.W

OBS: É MUITO IMPORTANTE O SÁBIO MANEJO DA RESPIRAÇÃO JUNTO A PRATICA DA IOGA. DEVE-SE SEMPRE INSPIRAR ANTES DE COMEÇAR CADA EXERCÍCIO, E EXPIRAR O AR SOMENTE AO FINAL DELE.


JFM - Lisboa Portugal

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Deus criou tudo o que existe?

 Durante uma conferência com vários universitários, um professor de uma universidade desafiou seus alunos com esta pergunta:
“Deus criou tudo o que existe?"

Um aluno respondeu com grande certeza:
-Sim, Ele criou!

-Deus criou tudo?
Perguntou novamente o professor.

-Sim senhor, respondeu o jovem.

O professor indagou:
-Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau?

O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor, feliz, se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era uma perda de tempo.

Outro estudante levantou a mão e disse:
-Posso fazer uma pergunta, professor?
-Lógico, foi a resposta do professor.

O jovem ficou de pé e perguntou:
-Professor, o frio existe?
-Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?

Com certa imponência rapaz respondeu:
-De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou objeto é suscetível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é o que faz com que este corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor.

-E, existe a escuridão? Continuou o estudante.
O professor respondeu temendo a continuação do estudante: Existe!

O estudante respondeu:
-Novamente comete um erro, senhor, a escuridão também não existe. A escuridão na realidade é a ausência de luz. A luz pode-se estudar a escuridão não! Até existe o prisma de Nichols para decompor a luz branca nas várias cores de que está composta, com suas diferentes longitudes de ondas. A escuridão não!

Continuou:
-Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz.
Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim?! Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente.

Finalmente, o jovem perguntou ao professor:
-Senhor, o mal existe?

Certo de que para esta questão o aluno não teria explicação, professor respondeu:
-Claro que sim! Lógico que existe. Como disse desde o começo, vemos estupros, crimes e violência no mundo todo, essas coisas são do mal!

Com um sorriso no rosto o estudante respondeu:
-O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem, é o mesmo dos casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz. O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente em seus corações. É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz.

Este jovem foi aplaudido de pé, e o professor apenas balançou a cabeça
permanecendo calado…

Esse aluno era Albert Einstein


Paulo Siqueira - Curitiba - PR Brasil

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

MASTURBAÇÃO


Num mundo de modernidade e liberalismo sexual extremo, falamos hoje de uma questão antiga e polémica: a masturbação. Muito se tem comentado e escrito sobre este tema mas ainda não se disse a última palavra, por isso continuamos a perguntar: onde está a verdade?
Hoje em dia os psicólogos, sexólogos e outros atores, intervenientes nas teorias da moderna educação sexual, recomendam a prática da masturbação. A gnose de ontem e de hoje, conhecedora dos mistérios da natureza humana, não só não a recomenda como vai para além, dizendo que a sua prática, em vez de ajudar, cria prejuízos graves à humana espécie. Ao faze-lo procura fundamentar o que afirma.
Neste artigo daremos umas noções breves, uma introdução ao tema e recomendaremos algumas leituras para aqueles que o queiram aprofundar.
Comecemos por dizer que etimologicamente a palavra “masturbação”é formada por dois termos: “mas” e “turvação” (Agitar, perturbar, desassossegar); que por si só já expressam de forma negativa, as consequências que provocam a sua prática. Sobretudo a turvação psíquica que quando exercida por longo período e se disso não se der conta, trás gravíssimas consequências no ser humano.
Todos aqueles que conhecem a ciência alquimista de antanho ou a ciência tântrica pura oriental, sabem perfeitamente que a energia sexual é uma energia altamente requintada e complexa. A energia sexual contida nas nossas gónadas, em si mesma, é o produto de muitas refinações energéticos que têm lugar no interior do organismo humano e é a única energia ou substância corporal capaz de produzir uma nova vida (entendida a nível físico e espiritual) e de nos dar abundância se se souber trabalhar corretamente com ela.
Dos milhares de células diferentes que formam o nosso organismo, só as sexuais têm poder para reproduzir, criar, gerar uma nova vida. Este simples efeito converte-as numa energia e matéria muito especiais. É como a energia nuclear do nosso organismo: o que acontece de uma forma um tanto desajustada, é que a única coisa que se nos ocorre é eliminar, expulsar absurdamente, sem transcendência, sem sentido ou, pior, com um sentido egoico prazenteiro, através da masturbação, essa energia. Mas, por outro lado, temos que admitir que NUNCA nos foi ensinada e dada outra informação em que se ressaltasse e se valorizasse a importância da energia sexual e não nos foi dito que a masturbação tem resultados e é negativa para a nossa saúde.
O nosso organismo temos diversos centros HORMONAIS e um deles está relacionado com o centro sexual e a sua energia. Hormona, etimologicamente, deriva do grego e quer dizer, entre outras coisas, "ânsias de ser". Ajudam-nos a ser e a existir. Indubitavelmente os diferentes centros hormonais ajudam-nos na formação e desenvolvimento da nossa estrutura física, psíquica e emocional nas suas diferentes funcionalidades no interior do corpo humano.
Acresce, fazendo aqui uma comparação, que cada um desses centros hormonais se relaciona e está associado com aqueles centros electromagnéticos a que os orientais chamam chacras, que o cristianismo chamou igrejas e, mais concretamente, o centro sexual ou hormonas sexuais, estão relacionadas com o chacra basal ou “muladhara” no qual se diz estar a Kundalini, que é a base fática e serpentina da nossa natureza espiritual.
As hormonas, por consequência, são endócrinas e, por isso, a sua energia e efeitos segregam e têm lugar dentro do organismo humano. Só que energia sexual tanto pode ser endócrina ou exócrina (ao expulsa-la através do orgasmo) como nos ensina o tantrismo oriental, a ciência alquimista e alguns estudos mais modernos como o que se apresenta no livro: “A Energia Criadora” onde nos é dito, de forma clara e científica, que as repercussões sobre a natureza psíquico-física e espiritual no ser humano, quando perde ou expulsa as suas energias sexuais, são radicalmente diferentes do quando as conserva.
O escritor contemporâneo e diretor de AGEAC Sr. Óscar Uzcategui na sua obra "Ontologia Gnóstica" expõe textualmente o seguinte quando foi perguntado a respeito da masturbação:

“P.: A propósito da masturbação, assisti a aulas sobre educação sexual e nas mesmas tem-se dito que masturbar-se é saudável e necessário. Que opinam os gnósticos sobre isso?
R.: Pois permita-me dizer-lhe que “o caminho que leva ao Inferno está empedrado de boas intenções”. Os manicómios estão cheios de masturbadores que afetaram os seus sistemas nervosos abusando da sexualidade, através da masturbação. A masturbação é a causa da, ejaculação precoce no homem, porque acostumou ao seu sistema sexual a reagir mediante imagens mentais que ele mesmo fabricou e quando se trata de enfrentar a um relacionamento sexual normal, mal pode manter a erecção, porque os seus esfínteres não resistem ao contacto sexual. Isso é a causa de muitas amarguras no casal, de insatisfações e infidelidades. Em muitos casos, o homem que se viciou na masturbação pode ser mais tarde impotente, pois destrói certos filamentos nervosos do seu cérebro e não consegue consumar um relacionamento sexual normal. Veja pois os “benefícios” que aportam da masturbação. Devo acrescentar igualmente que a masturbação produz danos psicológicos nos jovenzinhos e nas jovenzinhas, tais como transtornos de personalidade, falta de vontade, timidez, melancolia e talvez por isso a masturbação, seja também conhecida por “vício solitário”.
O pai da antropologia gnóstica contemporânea Samael Aun Weor numa das suas obras diz a respeito deste tema:
“...A reserva energética do centro sexual também é saqueada pelos diferentes agregados psicológicos. O menino que desde tenra idade começa com o vício da masturbação, perde elementos tão fundamentais para o seu desenvolvimento como a lecitina, a colesterina e os fosfatos. Aí começa a “via crucis” do ser humano. A profunda ignorância na que vive a humanidade faz com que este centro seja o mais prejudicado... Além de que a dita expulsão inútil provoca, quando não se trata de a usar para a reprodução da espécie, uma série de efeitos secundários como: um empobrecimento de certas substâncias vitais para o organismo; aumenta a dependência psicológica deste tipo de prática; que provocará, a longo prazo, transtornos que produzirão problemas nos relacionamentos posteriores do casal, isolamento, etc.”

Como acabamos de ler, e sem fanatismo, há que entender as palavras que aqui deixamos. Tudo é criticável e tudo é discutível; mas há uma realidade; existem três tipos de sexualidade: Geradora, De- generadora e Re-generadora. Se ficamos sempre no mesmo tipo de sexualidade, De-generadora, não podemos aspirar a uma regeneração física, psíquica ou espiritual. Há que o saber. Cada um é livre de escolher, mas agora que conhecemos ainda que superficialmente as consequências é tempo e fazer uma escolha: Que sexualidade vais escolher? Que procuras na vida: degenerar-te mais ou Regenerar-te?”

ANEXO:
Para quem queira entrar mais a fundo nestes temas, convidamos a leitura de obras como "O Matrimónio Perfeito", "Mistérios do Áureo Florescer", "Tratado de Magia Sexual" do antropólogo e pai do gnosticismo moderno VM Samael Aun Weor,
Acerca desta mesma energia, existem igualmente, citações bíblicas que, sem qualquer comentário, aqui deixamos para reflexão e consideração:

Mateus 19:12 “Porque há eunucos que nasceram assim do ventre da sua mãe; e há eunucos, que são feitos eunucos pelos homens; e há eunucos que se fizeram a si mesmos eunucos por causa do reino dos céus; o que possa ser capaz disso, o seja”.

João 2:16,17 “Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, e a concupiscência dos olhos, e a soberba da vida, não é do Pai, mas é do mundo. E o mundo passa e o sua concupiscência; mas o que faz a vontade de Deus, permanece para sempre”.

Levítico 15:1-3 “Falou Jehová a Moisés e a Aarão, dizendo: Falem aos filhos de Israel e digam-lhes: Qualquer varão, quando tiver fluxo de sémen, será imundo. E esta será a sua imundice no seu fluxo: seja que o seu corpo destilou a causa do seu fluxo, ou que deixe de destilar por causa do seu fluxo, ele será imundo”.

Levítico 16-18 “Quando o homem tiver emissão de sémen, lavará em água todo o seu corpo, e será imundo até a noite. E toda vestidura, ou toda a pele sobre a qual cair a emissão do sémen, lavar-se-á com água, e será imunda até a noite. E quando um homem jazer com uma mulher e tiver emissão de sémen, ambos lavar-se-ão com água, e serão imundos até a noite”.

Estas são só uma mostra mas há muitas mais...

Paz Inverencial

JFM - Lisboa - Portugal

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

TU QUE RESPIRAS: VIVES OU ESTÁS MORTO?


São muitas as pessoas que se perguntam que há após a morte, que há no além. Num outro momento de reflexão pergunto-me e pergunto: que há nesta vida?... Que há nesta vida atual que fabricamos de maneira tão artificial?
Nascemos sim! Mas para que nascemos? Nascemos e todos choramos… Porquê?

Alguns nascem em “berço de ouro”, outros nascem em casas humildes, outros tantos em famílias sem estrutura e separadas, outros no chão, e outros, os mais desgraçados, nascem rodeados pela morte. E tudo isto para quê?
Crescemos sim! Mas para que crescemos? Crescemos e todos de uma forma ou outra sofremos… Porquê?

Ao crescer são muitos os traumas porque passa a alma neste mundo “tão civilizado e moderno”: problemas escolares, a tensão e tensões psicológicos dos famosos exames, problemas familiares de toda a índole, doenças, a separação dos pais, o mau trato infantil e um sem fim de “et ceteras”.
Podem refutar dizendo… Também há momentos muito alegres… Sim, é verdade. Mas hoje em dia, quanto duram esses momentos? Realmente muito pouco… É tão pouquinho o tempo que dura, que são muito poucas as pessoas que têm a dita de recordar a sua meninice, a sua infância com amplitude de consciência. A maioria só tem vagas lembranças e fazem disso um todo mesmo sabendo que é apenas a milésima parte dela. Porque não a podemos recordar? Se fizermos uma retrospeção minuciosa comprovaremos o que estamos a dizer…
Chegamos a jovens e depois a adultos, sim!
Mas para quê? Que foi que vivemos nessas tão ansiadas idades?
Trabalho duro, problemas económicos, divórcios, problemas nos relacionamentos de casal, de trabalho ou familiares, alcoolismo, vícios de toda a espécie, desejos insatisfeitos e pressões interiores para os atingir. Outro sem fim de “et ceteras”, acompanhados de um vazio interior incompreensível e de uma vida acelerada que nos hipnotiza e nos inventa a falsa realidade em que estamos a viver…
E após tanta batalha e tanto sofrer, após tanto trabalho e de tantos problemas resolvidos, que nos sobra?
A velhice sim! E aí vivemos na velhice?
Doenças, solidão… o nosso castelo de cartas, que é a vida, destruído; incapacidades e um outro longo caminho de amarguras que a alma sofre neste cárcere que chamamos vida…
E por fim a morte… Para onde vamos após a morte? Enigmática pergunta sobre a qual já se escreveram milhares de volumes.
Mas, por que não centrarmo-nos melhor noutras perguntas:
Para onde caminhamos em vida?
O que andamos a fazer com ela?
Qual é o fim último da nossa existência?
Qual é o objetivo de tanto sofrimento?
Como vivemos?
Para que vivemos?

Seria demasiado cruel dizer que a vida, toda ela, só serve para viajar do berço à tumba sem mais. Que tudo se resume a um viver por viver, Aceitar que assim é, resulta dizer que a vida é uma piada de muito mau gosto…
Visando aprofundar este tema transcrevemos um extrato de uma conferencia, do VM Samael Aun Weor, escrita e publicada no QUINTO EVANGELHO .

“Qual é o objetivo real da nossa existência? Para que estamos aqui, porquê? Isto é algo que devemos entender com clareza meridiana; isto é algo que devemos considerar, analisar, ajuizar serenamente…
Vivemos no mundo; Com que objetivo? Sofremos o indizível; Para quê?
Lutamos por conseguir isso que chamamos pão, abrigo e refúgio, e após todo o esforça em que ficamos?
Viver por viver, trabalhar para viver e depois morrer, é alguma coisa de maravilhoso? Em verdade irmãos, o que se torna necessário compreender é o sentido da nossa existência: O SENTIDO DO VIVER.
Há duas linhas na vida: a uma poderíamos a chamar a “HORIZONTAL”, A OUTRA A “VERTICAL”, que formam cruz dentro de nós mesmos, aqui e agora (não um segundo mais adiante, ou um segundo mais atrás). Precisamos de objectivar estas duas linhas.
A HORIZONTAL começa no NASCIMENTO e termina com a MORTE; perante cada berço existe a perspectiva de um sepulcro; todo o que nasce deve morrer… Na HORIZONTAL estão os processos do nascer, crescer, reproduzir-se, envelhecer e depois morrer; na HORIZONTAL está a luta pelo pão da cada dia, a luta por não morrer, por existir sob a luz do Sol; na HORIZONTAL estão todos esses sofrimentos íntimos da vida prática, do lar, da rua, do escritório, etc.; nada maravilhoso nos pode oferecer a Linha HORIZONTAL…
Mas existe outra linha totalmente diferente: Quero referir-me, de forma enfática, à VERTICAL. Nesta VERTICAL estão os diferentes NÍVEIS DO SER; nesta VERTICAL estão os poderes esotéricos, os poderes que divinizam, a revolução da consciência, etc.
Com as Forças da VERTICAL podemos influir decididamente sobre os acontecimentos da vida prática; podemos mudar totalmente o nosso próprio destino; fazer da nossa vida algo diverso, algo diferente, passar a ser algo totalmente novo do que fomos, ao que somos, ao que conhecemos nesta amarga existência.
É pois, a VERTICAL, maravilhosa e revolucionária por natureza; mas precisamos de ter um pouquinho de inquietudes.
Antes de mais nada pergunto-me e pergunto-lhes:
Estamos contentes com o que somos?
Quem de vós, verdadeiramente, se sente feliz, no sentido mais completo da palavra?
Quem de entre vós se sente ditoso?
Devemos ser sinceros: Nenhum de nós goza da autêntica FELICIDADE; nenhum de nós pode dizer que vive em PAZ; nenhum de nós pode dizer que encontra num oásis de BEM-AVENTURANÇA. Temos inquietudes terríveis, dissabores, ansiedades, amarguras, sofremos muito e o nosso coração palpita com intensidade tremenda…

Precisamos sair deste lodo em que nos encontramos. Precisamos, na realidade, mudar radicalmente, e isto somente seria possível se apelarmos aos poderes transcendentais e transcendentes da VERTICAL.
Por conseguinte, é urgente seguir pelo CAMINHO VERTICAL que existe dentro de nós mesmos, aqui e agora. Chegou a hora da Grande Revolução, da REVOLUÇÃO PSICOLÓGICA… Quando alguém admite que há em si mesmo uma psicologia própria, indubitavelmente, começa a trabalhar sobre si mesmo.
Há muito a eliminar, muito ridículo no nosso interior, mas também há muita coisa em nós que devemos conquistar e que nos falta. Sobra-nos muito. Falta-nos muito. Na SENDA VERTICAL fazemos um inventário de nós mesmos, para saber quem somos, de onde vimos, para onde vamos. Qual o objectivo da NOSSA existência.”


Texto lido,traduzido e adaptado . AQUI


JFM - Lisboa - PORTUGAL